futebol: AJI x E. M. Indígena Agostinho

Hoje jogaram os times masculino e feminino da AJI contra alunos da Escola Municipal Indígena Agostinho. O feminino AJI venceu por 3 a 2 e o masculino por 4 a 3. Abaixo a ficha técnica.

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Time Femino AJI
Goleira: Laudicéia; Zaga: Radyja e Angelica; Meio campo: Babi; Centroavante: Carol. Reservas: Josieli e Aline.

Time Feminino E. M. I. Agostinho
Goleira: Sintia; Zaga: Amanda e Evelin; Meio campo: Natanieli e Centroavante: Stefani. Reservas: Geisilaine, Lorainy, Dania e Sorrayla.

Resultado: AJI 3 x 2 E. M. I. Agostinho
Gols: Karol, Babi e Joice (AJI); Amanda e Evelim (EMIA)

 

Time Masculino AJI
Goleiro: Geber; Meio campo: Eliabe, Gelison; Centroavante: Geber; Ponteiros: Lucas e Edilson; Reservas que atuaram: Edilson; e Mazinho.

Time Masculino E. M. I. Agostinho
Goleiro:
Dam; defesa: Jair; Meio campo: Laudio e Denilson; Atacantes: Jakson e Lisandro; Reservas: Gabriel, Daltan, Rodrigo. Higor, Geverton, Fabricio e Josiel.

Resultado: AJI 4 x 3 E. M. I. Agostinho
Gols:
Lucas (2); Eliabe; Mazinho (AJI) e Lisandro; Denilson; Dalton (EMIA)

Fotos: Itacir Pastore.

Denúncia contra vândalos na reserva de Dourados

foto: Jaqueline Gonçalves Porto

Comunidade indígena, funcionários da SESAI e AJI/GAPK denunciam vandalos na Reserva de Dourados

Comunidade indígena denuncia vândalos que entraram pela décima vez no Posto de saúde indígena GUATEKA na aldeia Jaguapiru em Dourados/MS. Romilda Martins, enfermeira, disse que vândalos levaram geladeira e estragaram os equipamentos que os médicos usam para atendimento a comunidade indígena, por conta de tantos assaltos ela conta que agora o posto de saúde encontra-se mais precário do que se encontrava. Em 2014 foi feito uma reforma no PS GUATEKA, três anos depois em 2018 o posto de saúde está com infiltrações por toda parte, as ultimas portas e cadeados que foram instaladas no postinho de saúde foi paga com dinheiro de funcionários. Essa situação é emergencial, segurança, grade de ferro, respeito, denunciem os vândalos e chamando atenção da prefeita de Dourados para os vigias assumirem  eram as palavras e cartazes da comunidade indignado com tanto vandalismo na Reserva de Dourados.

A comunidade indígena da Jaguapiru, a AJI (Ação de Jovens Indígenas de Dourados) e GAPK (Grupo de Apoio aos povos Indígenas) pede mais segurança e exige da prefeita de Dourados Delia Razuk que chamem os concurseiros que passaram para vigilantes para assumir e trabalhar nos postos de saúde indígena onde não tem vigia, como no PS GUATEKA. A AJI/GAPK e a comunidade indígena da Jaguapiru também vem reforçar o pedido dos funcionários que é uma grade de ferro nas portas e janelas para dar mais segurança ao PS GUATEKA .

Comunidade indígena DENUNCIEM OS VANDALOS! O POSTO DE SAÚDE É A NOSSA CASA! RESPEITO É O QUE QUEREMOS COM O QUE É NOSSO!

Falta água na aldeia!!!

Uma problemática história que é recorrente na Reserva Indígena de Dourados que caracteriza um desprezo tanto do estado quanto do município e dos órgãos responsáveis pelo saneamento básico da mesma.
Mesmo estando muito próximo a cidade, somente a 5 km, a RDI não tem o que lhe é de direito constitucional, além disso, o respeito aos Direitos Indígenas. De acordo com acadêmico de Direito Gilmar Rios, isto é uma violação dos Direitos `a vida, da sobrevivência digna e portanto uma clara violação aos Direito Fundamentais, onde chegamos!!!!!!!!!
Estamos sem água, algo novamente, uma vergonha, pois ameaça a saúde da população indígena, ou seja a nossa saúde…..Que situacão. 
Mais de 100 famílias estão com as torneiras sêcas, familiares estão recorendo a córregos, açudes de criação de peixe. A água tirada destes locais são usadas para lavar  roupas e louças além dos desejos de lixo. Já que não ocorre a coleta de lixo dentro da mesma.
Temos uma situação grave de saúde pública…onde querem nos levar? Ao extermínio?
Nos respondam autoridades responsáveis!

Jovens da Escola Castro Alves e da AJI participam de palestra sobre Direitos Humanos, Juventudes e Sociedades (nte dourados)

29.08.2017 - Zélia Cordeiro (via NTE Dourados)

Dourados (MS) – Jovens dos 9ºs anos da Escola Estadual Castro Alves, localizada no município de Dourados (MS), e jovens da AJI (Ação dos Jovens Indígenas de Dourados/MS) participaram, no dia 24 de agosto, da palestra “Direitos Humanos e o Lugar dos Jovens”, ministrada pela professora Ana Cláudia de Souza, membro da AJI e responsável por oficinas de fotografia e pela antropóloga Drª. Maria de Lourdes Beldi de Alcântara, pesquisadora e consultora – International Work Group for Indigenous Affairs (IWGIA) -, coordenadora do Grupo de Apoio aos Jovens Indígenas do Mato Grosso do Sul – AJI/GAPK, professora da disciplina Antropologia Médica da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo; observadora e consultora do fórum Permanente das Questões Indígenas da ONU.

A palestra faz parte do Ciclo de Debates: Juventudes, Sociedades e Histórias, organizado pela equipe pedagógica da unidade escolar, e coordenado pelas professoras Simone Anselmo Girão (Mestre em História Regional), Susana Spanivello Barbosa (Especialista em Antropologia e História dos Povos Indígenas) e Rosa Santos de Lima (Especialista em Educação Infantil) da área de História; e pela professora Eliane Martinez Arrevalos (Especialista em Língua Espanhola e Literatura) da área da Língua Portuguesa.

O Ciclo de Debates tem como objetivo possibilitar reflexões acerca das juventudes, dos grupos sociais e das histórias que fazem parte do contexto de formação do Estado de Mato Grosso do Sul, bem como, promover momentos de diálogos entre os jovens, e entre os jovens e os seus formadores sobre as temáticas relacionadas às questões étnicos raciais e interculturais.

Ati Kuña – 4ª Assembléia das Mulheres Guarani-Kaiowá

O primeiro Aty Kuña aconteceu em 2006 em Nhanderu Marangatu, município de Antonio João-MS. Hoje com 11 anos de organização já temos a data marcada para o próximo encontro. O 4° Aty Kuña, a Grande Assembléia das Mulheres Guarani Kaiowá será nos dias 18 a 22 de setembro de 2017 em Kurussu Amba, município de Coronel Sapucaia no estado de Mato Grosso Do Sul. O encontro tem como principal objetivo discutir os Direitos de nós Mulheres Indígenas do Cone Sul de Mato Grosso do Sul, sendo o nosso principal espaço de voz e diagnóstico da realidade que as mulheres Kaiowa e Guarani vivem em seu cotidiano. Fomos expulsos de nossos territórios tradicionais desde a década de 1920, onde fomos colocadas em Reservas Indígenas, com espaço limitado e em confinamento, e hoje lutamos incansavelmente para ter de volta nossos Tekohas, isso gera conflitos intensos com o latifúndio em Mato Grosso Do Sul e com o governo federal que vem privando todos os nossos direitos indígenas, principalmente a Demarcação de nossas terras.

É com muita honra que viemos por meio desta convidar você para estar conosco nestes dias aqui em nosso Tekoha (Terra tradicional) Kurrusu Amba – MS, será muito rico e proveitoso para nós e para o fortalecimento de nossa luta.

Fique atualizado/a seguindo o evento no Facebook (www.facebook.com/atykuna2017)

ENQUANTO HOUVER O SOM DO MBARAKÁ E DO TAKUAPU, VAI TER LUTA.

DEMARCAÇÃO JÁ!

CONSELHO DA ATY KUÑA
E-mail: atykunakuera@gmail.com
Kuña Aranduhá (67)99910-1750
Kuña Poty Rendyju (67) 99841-4185