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22/7/2018
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Agentes de Saúde da Aldeia Bororó

Jornal AJIndo 34ª Edição

Destaques da edição de março/abril de 2018

Caminhando juntos
Expectativas para o futuro. (Jaqueline Gonçalves)

Desenhos e depoimentos
Os alunos da AJI contam (e mostram) suas experiências.

Oficinas
A palavra com os professores e oficineiros.


AJI 17 anos

Hora de comemorar mas também de muito trabalho.

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Música, audiovisual e esporte: Dialogando com jovens Indígenas

Atividade: Jovens irão ouvir e analisar a letra das músicas que escolheram. Por que eu escolhi esta música? O que ela representa para mim? Qual o significado dela?
Professoras: Ana Claudia e Jaqueline

Grupo I
Música I: O Homem Que Não Tinha Nada (part. Negra Li)
(Projota)

O homem que não tinha nada acordou bem cedo
Com a luz do sol já que não tem despertador
Ele não tinha nada, então também não tinha medo
E foi pra luta como faz um bom trabalhador

O homem que não tinha nada enfrentou o trem lotado
Às sete horas da manhã com sorriso no rosto
Se despediu de sua mulher com um beijo molhado
Pra provar do seu amor e pra marcar seu posto

O homem que não tinha nada tinha de tudo
Artrose, artrite, diabetes e o que mais tiver
Mas tinha dentro da sua alma muito conteúdo
E mesmo sem ter quase nada ele ainda tinha fé

O homem que não tinha nada tinha um trabalho

Com um esfregão limpando aquele chão sem fim
Mesmo que alguém sujasse de propósito o assoalho
Ele sorria alegremente, e dizia assim

O ser humano é falho, hoje mesmo eu falhei
Ninguém nasce sabendo, então me deixe tentar (me deixe tentar)
O ser humano é falho, hoje mesmo eu falhei
Ninguém nasce sabendo (ninguém), então me deixe tentar

O homem que não tinha nada tinha Marizete
Maria Flor, Marina, Mário, que era o seu menor
Um tinha nove, uma doze, outra dezessete
A de quarenta sempre foi o seu amor maior

O homem que não tinha nada tinha um problema
Um dia antes mesmo foi cortada a sua luz
Subiu no poste experiente, fez o seu esquema
Mas à noite reforçou o pedido pra Jesus

O homem que não tinha nada seguiu a sua trilha
Mesmo caminho, mesmo horário, mas foi diferente
Ligou pra casa pra dizer que amava sua família
Achou que ali já pressentia o que vinha na frente

O homem que não tinha nada
Encontrou outro homem que não tinha nada
Mas este tinha uma faca
Queria o pouco que ele tinha, ou seja, nada
Na paranoia, noia que não ganha te ataca

O homem que não tinha nada agora já não tinha vida
Deixou pra trás três filhos e sua mulher
O povo queimou pneu, fechou a avenida
E escreveu no asfalto “saudade do Josué”

O ser humano é falho, hoje mesmo eu falhei
Ninguém nasce sabendo, então me deixe tentar (me deixe tentar)
O ser humano é falho, hoje mesmo eu falhei
Ninguém nasce sabendo (ninguém), então me deixe tentar

Então me deixe tentar
Então me deixe tentar
Então me deixe tentar

 

Música IIRap do Rock Lee (Naruto)

Considerado o pior entre todos os alunos
Como alguém sem nenhum dom
E que também não tem futuro
Sempre fui subestimado por não ter nenhum talento
Mas eu me esforço mais que os outros e nunca me rendo
Mesmo sem eu ter nascido com nenhuma habilidade
Eu posso superar com a minha força de vontade
O ninja derrotado, sem talento e sem moral
Mas o trabalho duro vence o dom natural
Com as mãos machucadas, porque eu sou persistente
Incansável treinamento é o que me torna diferente
Se eu der 500 chutes, faço 1000 flexões
Se eu errar 1000 flexões, faço mais repetições
Eles podem duvidar, mas não paro de treinar
Para ser um grande ninja e o mundo inteiro provar
Destrua com meu corpo, mas ainda tenho fé
Pois minha força de vontade é o que me mantém de pé

Mesmo sem um dom, mesmo sem talento
Eu posso ser bom com muito treinamento
Pra provar minha teoria, vou até o final
O trabalho duro vence o dom natural (2x)

O que perde golpeia até o gênio virtuoso
Com sua força de vontade e com todo seu esforço
Por isso, fui além e treinei mais que os outros
Com um grande poder, eu impressionei a todos
Todo esse treinamento me deu esperança
Agora conquistei a força com perseverança
Destinado ao fracasso, mas eu nunca desisti
Esse é meu jeito ninja, e o meu nome é Rock Lee

Mesmo sem um dom, mesmo sem talento
Eu posso ser bom com muito treinamento
Pra provar minha teoria, vou até o final
O trabalho duro vence o dom natural (2x)

Música III: Rap do Gaara (Naruto)

Eu não sabia o que era amar
E nem ser amado
Pois não tinha ninguém
E sempre fui rejeitado
Não conhecia a dor no corpo
Só a dor no coração
Tinha somente a areia na minha solidão

Perdi a minha mãe durante o meu nascimento
E fui criado por meu pai
Como um experimento
Um demônio em mim selado
Mas eu tenho sentimentos
E isso me causou muita dor e sofrimento

Então eu cresci sem nenhum amigo
Amaldiçoado, odiado e perseguido
Visto como uma ameaça, por todos era temido
Mas eu não tive culpa do que fizeram comigo

A minha tristeza cada dia aumentava
Apenas o meu tio que comigo se importava
Mas por ordem do meu pai
Ele tentou me atacar
E eu perdi a minha alma
Quando tive que o matar

Enquanto eu viver
A areia vai me proteger
Continuo a lutar, sem saber o que é certo
Eu sou gaara do deserto (x2)

Então eu me tornei um monstro sem piedade
Agora tudo o que falavam de mim era verdade
O meu coração era só pura maldade
Cruel e distante, sem laços de amizade

Na trilha do mal, pensando que era o certo
Fiquei tão vazio
Da mesma forma que um deserto
Como poderia amar
Se sempre fui odiado?
Escrevi amor em minha testa
Sem saber o significado

Eu não dava nenhuma chance
Só queria saciar a sede por sangue
O que você faria em meu lugar
“cê” já pensou?
Quando escutasse que sua mãe nunca te amou

Até mesmo o meu pai tentava me matar
Foram tantas vezes que eu nem pude contar
Depois de tudo que passei
Eu perdi meus sentimentos
Vivendo só pra mim, só amando a mim mesmo

Enquanto eu viver
A areia vai me proteger
Continuo a lutar, sem saber o que é certo
Eu sou gaara do deserto (x2)

Mas quem podia imaginar
Que um dia tudo ia mudar
No dia em que eu perdi, comecei a enxergar
Conheci naruto, que enfrentou o que eu passei
E com a sua história, eu me identifiquei

Mesmo sendo iguais, teve um caminho diferente
Suas convicções me “fez” mudar a minha mente
O que eu tinha de maldade
Converti para bondade
E hoje na vila da areia
Sou o quinto kazekage

Enquanto eu viver
A areia vai me proteger
Com todas minhas forças
Vou lutar pelo que é certo
Eu sou gaara do deserto

Grupo II
Música I: Chegaste
(Jennifer Lopez, Roberto Carlos)

Tanto tempo já vai caminhando
E ainda me pego recordando
Lágrimas rolaram dos meus olhos, enxuguei mais de uma vez
Tenho algumas marcas que ficaram em meu sorriso nesses anos
E também lembranças tão bonitas que o tempo não desfez

Quem diria que você viria sem dizer que vinha
Porque nunca é tarde
Para apaixonar-se

Chegaste
Senti na minha boca um te quero
Como um doce com caramelo
Necessitava um amor sincero
Chegaste
E ouvi da tua boca um te quero
Pra se apaixonar sempre é tempo
Necessitava um amor sincero

E agora que eu conheço os caminhos
Que me levam pros seus braços
Agora que o silencio é uma carícia que a felicidade traz
Você e o seu sorriso iluminam minha vida e meus espaços
E chega me dizendo num sorriso nao me deixe nunca mais

Quem diria que voce viria sem dizer que vinha
Porque nunca é tarde
Para apaixonar-se

Chegaste
Senti na minha boca um te quero
Como um doce com caramelo
Necessitava um amor sincero
Chegaste
E ouvi da tua boca um: te quero
Pra se apaixonar sempre é tempo
Necessitava um amor sincero

Quem diria que voce viria sem dizer que vinha
Porque nunca é tarde
Para apaixonar-se

Chegaste
Senti na minha boca um te quero
Como um doce com caramelo
Necessitava um amor sincero
Chegaste
E ouvi da tua boca um te quero
Pra se apaixonar sempre é tempo
Necessitava um amor um amor

Chegaste
Senti na minha boca um te quero
Como um doce com caramelo
Necessitava um amor sincero

Compositores: Kany Garcia / Roberto Carlos

 

Música II: Pra Te Esquecer (part. MC Kekel e MC MM)
Mitico DJ

Há mó tempão
Tô tentando te esquecer
Tô tranquilão
Só tô querendo viver

Me falaram que você tá bem
Te falaram que eu não tô bem
Antes eu te queria
Agora, quero ninguém

Há mó tempão

Tô tentando te esquecer
Tô tranquilão
Só tô querendo viver

Me falaram que você tá bem
Te falaram que eu não tô bem
Antes eu te queria
Agora, quero ninguém
Antes eu te queria
Agora, quero ninguém

Se tem Black, eu tô bebendo
Se tem Jack, eu vou beber
Vou travar com tudo
Pra te esquecer, dou PT

Se tem Black, eu tô bebendo
Se tem Jack, eu vou beber
Vou travar com tudo
Pra te esquecer, dou PT

Se tem Black, eu tô bebendo
Se tem Jack, eu vou beber
Vou travar com tudo
Pra te esquecer, dou PT

Vou travar com tudo
Pra te esquecer, dou PT
Vou travar com tudo
Pra te esquecer, dou PT

 

Música III: Taquitá
(Claudia Leitte)

Eu tô pronta pra descer do salto
O cabelo já tá bagunçado
Meu rebolado merece aplausos
Ai ai ai ai

E eu imaginando a gente
No transe de um beijo quente
Corre esse risco, foge comigo
Pra outro lugar

Olha como eu amo dançar
O meu corpo não quer mais parar
Rebola, rebola, rebola
Alucino no seu reggaeton
Vou descendo com o dedo na boca
Tô louca, tô louca

Eta, taquitá
Chalalalala (ooh), chalalalalá
Arrasando, causando, pulando, dançando

Te olhando pra te provocar

Taquitá
Chalalalala, chalalalalá
Tô querendo amor
Tô querendo amar

Eta, taquitá
Chalalalala (ooh) chalalalalá
Arrasando, causando, pulando, dançando
Te olhando pra te provocar

Taquitá
Chalalalala, chalalalalá
Tô querendo amor
Tô querendo amar

Eu tô pronta pra descer do salto
O cabelo já tá bagunçado
Meu rebolado merece aplausos
Ai ai ai ai

E eu imaginando a gente
No transe de um beijo quente
Corre esse risco, foge comigo
Pra outro lugar

Olha como eu amo dançar
O meu corpo não quer mais parar
Rebola, rebola, rebola
Alucino no seu reggaeton
Vou descendo com o dedo na boca
Tô louca, tô louca

Eta, taquitá
Chalalalala (ooh), chalalalalá
Arrasando, causando, pulando, dançando
Te olhando pra te provocar

Taquitá
Chalalalala, chalalalalá
Tô querendo amor
Tô querendo amar

Eta, taquitá
Chalalalala (ooh) chalalalalá
Arrasando, causando, pulando, dançando
Te olhando pra te provocar

Taquitá
Chalalalala, chalalalalá
Tô querendo amor
Tô querendo amar

Eta, taquitá
Chalalalala (ooh) chalalalalá
Arrasando, causando, pulando, dançando
Te olhando pra te provocar

Taquitá
Chalalalala, chalalalalá
Tô querendo amor
Tô querendo amar

Eta, taquitá
Chalalalala

 

Grupo III
Música I: Bonita, Lindinha e Sagaz (part. MC Pedrinho)
(MC Davi)

Conheci uma menina
Muito bonita, lindinha e sagaz
Pousei na novinha
E a novinha pousou no pai

Olha, que novinha, tem a bunda grande
Ela dança um funk, ela quica demais

Que novinha, tem a bunda grande
Ela dança um funk, ela quica demais

Ai, ai, ai, ai, ai, ai
Ai, ai, ai, ai, ai, ai
Ai, ai, ai, ai, ai, ai
Ai, ai, ai, ai, ai, ai

Olha, que novinha, tem a bunda grande
Ela dança um funk, ela quica demais
Que novinha, tem a bunda grande
Ela dança um funk, ela quica demais

Ai, ai, ai, ai, ai, ai
Ai, ai, ai, ai, ai, ai
Ai, ai, ai, ai, ai, ai
Ai, ai, ai, ai, ai, ai

Que novinha
Que novinha

 

Música II: Bailando (part. Enrique Iglesias)
(Luan Santana)

Eu olho para você, eu cortei minha respiração
Quando você me olha, meu coração continua
(Bate bem mais forte ou coração)
E num silêncio, seu olhar diz mil palavras
A noite em que eu imploro que você não deixe o sol

Dançar, dançar, dançar, dançar
Dois corpos no cio imenso vazio esperando por amor
(Esperando pelo amor)
Dançar, dançar, dançar, dançar
Esse fogo dentro vai me enlouquecendo
E para pessoas suando

Com sua física e sua química, também sua anatomia
Cerveja e tequila e sua boca com a minha
Eu não posso mais (não aguento mais)
Eu não posso mais (não aguento mais)
A nossa melodia tem heat tem fantasia
Até filosofia é desejo vicia
Eu não to-lo mais (não posso mais)
Eu não to-lo mais (não posso mais)

Eu quero estar com você, viver com você
Dança com você, com você
Uma noite louca (uma noite louca)
Ay beija sua boca (e beija sua boca)
Eu quero estar com você, sorrir com você
Dançar com você, viva com você
Uma noite louca, tão tremenda e louca
(Ooooh, ooooh, ooooh, ooooh)

Você me olha e me leva a outra dimensão
(Leve-me para outra dimensão)
Seu batimento cardíaco acelera para meu coração
(O seu brilho acelerar ou meu coração)
Essa ironia do destino não pode te tocar
Abrace e sinta a magia do seu cheiro

Dançar, dançar, dançar, dançar
Dois corpos no cio imenso vazio esperando por amor
(Esperando pelo amor)
Dançar, dançar, dançar, dançar
Esse fogo dentro de vai enlouquecendo
E para pessoas suando

Com sua física e sua química também sua anatomia
Cerveja e tequila e sua boca com a minha
Eu não posso mais (não posso mais)
Eu não posso mais (não posso mais)
A nossa melodia tem heat tem fantasia
Até filosofia é desejo vicia
E não aguento mais (não aguento mais)
Não aguento mais (não aguento mais)

Eu quero estar com você, viver com você
Dança com você, com você
Uma noite louca (uma noite louca)
Ay beija sua boca
Eu quero estar com você, sorrir com você
Dançar com você, viva com você
Uma noite louca, tão tremenda e louca
(Ooooh, ooooh, ooooh, ooooh)

Ooooh, ooooh, ooooh, ooooh
Ooooh, ooooh, ooooh, ooooh
Ooooh, amor de dança, ooooh
Dançando o amor, ooooh é que vou dor
(Ooooh)

 

Música III: The Spectre
(Alan Walker)

Hello, hello
Can you hear me
As I scream your name?
Hello, hello
Do you need me
Before I fade away?

Is this a place that I call home?
To find what I’ve become

Walk along the path unknown
We live, we love, we lie

Deep in the dark
I don’t need the light
There’s a ghost inside me
It all belongs to the other side
We live, we love, we lie

(We live, we love, we lie)

Hello, hello
Nice to meet you
Voice inside my head
Hello, hello
I believe you
How can I forget?

Is this a place that I call home?
To find what I’ve become
Walk along the path unknown
We live, we love, we lie

Deep in the dark
I don’t need the light
There’s a ghost inside me
It all belongs to the other side
We live, we love, we lie

(We live, we love, we lie)

We live, we love, we lie

Oficina de capoeira na AJI

Denúncia contra vândalos na reserva de Dourados

foto: Jaqueline Gonçalves Porto

Comunidade indígena, funcionários da SESAI e AJI/GAPK denunciam vandalos na Reserva de Dourados

Comunidade indígena denuncia vândalos que entraram pela décima vez no Posto de saúde indígena GUATEKA na aldeia Jaguapiru em Dourados/MS. Romilda Martins, enfermeira, disse que vândalos levaram geladeira e estragaram os equipamentos que os médicos usam para atendimento a comunidade indígena, por conta de tantos assaltos ela conta que agora o posto de saúde encontra-se mais precário do que se encontrava. Em 2014 foi feito uma reforma no PS GUATEKA, três anos depois em 2018 o posto de saúde está com infiltrações por toda parte, as ultimas portas e cadeados que foram instaladas no postinho de saúde foi paga com dinheiro de funcionários. Essa situação é emergencial, segurança, grade de ferro, respeito, denunciem os vândalos e chamando atenção da prefeita de Dourados para os vigias assumirem  eram as palavras e cartazes da comunidade indignado com tanto vandalismo na Reserva de Dourados.

A comunidade indígena da Jaguapiru, a AJI (Ação de Jovens Indígenas de Dourados) e GAPK (Grupo de Apoio aos povos Indígenas) pede mais segurança e exige da prefeita de Dourados Delia Razuk que chamem os concurseiros que passaram para vigilantes para assumir e trabalhar nos postos de saúde indígena onde não tem vigia, como no PS GUATEKA. A AJI/GAPK e a comunidade indígena da Jaguapiru também vem reforçar o pedido dos funcionários que é uma grade de ferro nas portas e janelas para dar mais segurança ao PS GUATEKA .

Comunidade indígena DENUNCIEM OS VANDALOS! O POSTO DE SAÚDE É A NOSSA CASA! RESPEITO É O QUE QUEREMOS COM O QUE É NOSSO!

Exclusivo: líder dos territórios Wampis (Peru) fala sobre autonomia e desenvolvimento sustentável (AJI)

Shampion Noningo Sesen (líder dos povos Wampis - Peru), na Reunião de Especialistas sobre a Declaração dos Direitos dos Povos Indígenas das Nações Unidas. (foto: Maria de Lourdes Beldi)

 

No áudio abaixo Shampion fala sobre a autonomia dos territórios wampis e desenvolvimento sustentável.

 

Clique AQUI para mais informações no site da servindi.

Oficinas e Atividades de Outubro na AJI

(fotos: Joséia Martins, Ana Claudia Souza e Itacir Pastore)

No mês de outubro a AJI colocou a mão na massa: foram diversas oficinas e atividades registradas em fotografias.

Aula inaugural de Informática

Apresentação dos trabalhos da Aji naUNEI – Laranja Doce, Dourados

Oficina de Histórias em Quadrinhos (com lanche!!!)

Mutirão para construção de cerca viva (dia 1)

Oficina de Informática

Mutirão para construção de cerca viva (dia 2) Apresentação do documentário Martírio Oficina de Capoeira

Oficina de Quadrinhos

Oficina de Bolos com Dona Marli

Pintando a Cerca

Oficina de Capoeira e construção de berimbaus

Oficina de Informática

Oficina de Capoeira de Quadrinhos

Falta água na aldeia!!!

Uma problemática história que é recorrente na Reserva Indígena de Dourados que caracteriza um desprezo tanto do estado quanto do município e dos órgãos responsáveis pelo saneamento básico da mesma.
Mesmo estando muito próximo a cidade, somente a 5 km, a RDI não tem o que lhe é de direito constitucional, além disso, o respeito aos Direitos Indígenas. De acordo com acadêmico de Direito Gilmar Rios, isto é uma violação dos Direitos `a vida, da sobrevivência digna e portanto uma clara violação aos Direito Fundamentais, onde chegamos!!!!!!!!!
Estamos sem água, algo novamente, uma vergonha, pois ameaça a saúde da população indígena, ou seja a nossa saúde…..Que situacão. 
Mais de 100 famílias estão com as torneiras sêcas, familiares estão recorendo a córregos, açudes de criação de peixe. A água tirada destes locais são usadas para lavar  roupas e louças além dos desejos de lixo. Já que não ocorre a coleta de lixo dentro da mesma.
Temos uma situação grave de saúde pública…onde querem nos levar? Ao extermínio?
Nos respondam autoridades responsáveis!

Oficinas e Atividades de Setembro na AJI

(fotos: Joséia Martins, Ana Claudia Souza e Itacir Pastore)

Oficina de Capoeira


Oficina de Instrumentos Artesanais
Oficineiros Bruna Furacão e Edgar Pererê

 


Cuidando das Plantas Medicinais


Oficina de Histórias em Quadrinhos


Oficina de Sabão Líquido

A AJI participa do Seminário sobre Atendimento a Crianças e Jovens Indígenas em Brasília

Fotos: Ana Claudia de Sousa

Seminário sobre Atendimento a Crianças e Jovens Indígenas: construindo fluxos e abordagens

De 29 a 31 de agosto